Geral Maranhão

Governo e FIDA discutem gestão sustentável da Região Amazônica do Estado

A ideia é formar uma parceria para promover a gestão sustentável, conservação e restauração da floresta amazônica no estado.

19/11/2021 às 10h10
Por: Redação Fonte: Secom Maranhão
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O projeto tem como prioridade o Bioma Amazônico e a agricultura familiar (Foto: Brunno Carvalho)
O projeto tem como prioridade o Bioma Amazônico e a agricultura familiar (Foto: Brunno Carvalho)

Para promover a gestão sustentável, conservação e restauração da floresta amazônica no estado, por meio de parceria com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrário (FIDA), o governador Flávio Dino recebeu, nesta quinta-feira (18), juntamente com o secretário da Agricultura Familiar (SAF), Rodrigo Lago, e a coordenadora estadual do Projeto Amazônico de Gestão Sustentável (Pages), Loroana Santana, o diretor de País no Brasil (FIDA), Claus Reiner.

Reiner destacou que a reunião foi motivada para a realização de consulta pública junto à secretaria da Agricultura, acerca de ações previstas para o início do próximo ano.

“Esse projeto conta com um financiamento de U$ 17,2 milhões de dólares da Alemanha para o FIDA, para ajudar o Maranhão com a gestão sustentável da Região Amazônica, com os pequenos produtores, comunidade indígenas, quilombolas e, também, com os assentamentos”, afirmou Claus.

O secretário da SAF, Rodrigo Lago, comemorou o investimento do FIDA na agricultura familiar e no Bioma Amazônico Maranhense.

“Grande projeto que trará recursos, captação de, mais ou menos, U$ 17 milhões de dólares vindos para o Governo do Estado, não reembolsáveis. Doação de recursos para investir na agricultura familiar, especialmente para a preservação do Bioma Amazônico aqui no Estado do Maranhão. Etapas finais desse projeto que deve ser assinado em abril do ano que vem”, disse o secretário.

Na ocasião, a coordenadora estadual do Projeto Amazônico de Gestão Sustentável (Pages), Loroana Santana, detalhou como as ações irão beneficiar os 37 municípios que fazem parte do Bioma Amazônico do Estado.

“Os povos tradicionais são prioridade deste projeto, assim como os agricultores familiares, assentados rurais. Então, para eles, vai ser uma ação diferenciada porque o projeto está alicerçado em dois grande componentes, que é a conservação e recuperação de áreas degradadas, assim como o fortalecimento da agricultura familiar. São muitas ações que estão sendo desenhadas e pensadas nos momentos finais do projeto, pra que a gente possa aportar esse recurso vultusoso nessa região e, com certeza, melhorar muito a qualidade de vida de toda a população”, disse a coordenadora.

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