Saúde Maranhão

SES avança com ações do Projeto Viver Mais na região de Balsas

A oficina do Projeto Viver Mais foi oferecida para 200 participantes, entre agentes comunitários, gestores de saúde e coordenadores da extensão básica.

17/11/2021 às 16h30
Por: Redação Fonte: Secom Maranhão
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A oficina do Projeto Viver Mais contou com 200 participantes. (Foto: Rogerio Sousa)
A oficina do Projeto Viver Mais contou com 200 participantes. (Foto: Rogerio Sousa)

Com o objetivo de fortalecer as ações voltadas para pacientes hipertensos e diabéticos no Maranhão, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) realizou, nesta terça-feira (17), a oficina do Projeto Viver Mais para 200 participantes, entre agentes comunitários, gestores de saúde e coordenadores da extensão básica, em Balsas.

“A Região de Balsas sempre foi modelo de cuidado integrado entre município e estado para a atenção à saúde. Aqui nós conseguimos unir a Atenção Básica com a Média e Alta Complexidade, de modo que o Projeto Viver Mais vem reforçar o cuidado da Atenção Básica para evitar doenças como diabetes e hipertensão”, ressaltou o secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula, durante a abertura do evento. 

Secretário Carlos Lula acompanhou a oficina do Projeto Viver Mais, em Balsas. (Foto: Rogerio Sousa)

O Projeto Viver Mais tem como meta implantar uma linha de cuidado de Atenção Integral a Diabetes Mellitus, Diabetes Gestacional e Hipertensão Arterial, mediante processos de educação permanente, rastreamento e interfaces intra e intersetoriais, contribuindo para a redução da mortalidade materna no Maranhão. 

A secretária adjunta da Política de Atenção Primária e Vigilância em Saúde da SES, Waldeise Pereira destacou que, durante a oficina, foi realizada a implantação do projeto, que é um objetivo grandioso para o Estado do Maranhão. “Iremos implantar uma linha de cuidado para a hipertensão arterial, diabetes gestacional e diabetes mellitus. Neste evento, estamos capacitando e criando uma estratificação de risco para esse público”, afirma a secretária adjunta Waldeise Pereira. 

Durante o evento, também foi assinado o Termo de Compromisso com todos os geradores municipais do Projeto Viver Mais e lançada a portaria estadual do grupo condutor do projeto. “Essa capacitação dos nossos profissionais vai ser de grande benefício para toda a região de Balsas, pois, neste período pós-pandemia, temos que reaplicar a reestruturação da saúde, pois sabemos o quanto a Atenção Básica foi danificada durante a pandemia”, disse o secretário municipal de Saúde de Balsas, Railson Felix. 

Entre as temáticas da oficina, estiveram a abordagem clínica do diabético e hipertenso de alto risco, o atendimento a gestantes com diabetes e hipertensão, a detecção precoce do pé diabético e tratamento das complicações macrovasculares, entre outros.

De acordo com a chefe do Departamento de Atenção à Saúde do Adulto e Idoso da SES, Claudiana Cordeiro, as atividades do Viver Mais contemplam, inicialmente, a região de Balsas, alcançando cerca de 13 municípios. “A ideia é qualificar ainda mais a Atenção Básica para que ela seja resolutiva e para que esses pacientes possam ter, dentro das Unidades Básicas de Saúde, o serviço especializado para o seu atendimento”, explicou. 

As oficinas e formações em serviço foram iniciadas nos 13 municípios da Regional de Saúde de Balsas sob a responsabilidade de técnicos da SES, do Departamento da Saúde do Adulto e do Idoso e da Unidade Regional de Saúde de Balsas. “Aqui nós trabalhamos principalmente a questão do manejo clínico com relação à hipertensão e à diabetes, que são doenças que agravam muito a população. O fortalecimento da Atenção Primária é principalmente para que possamos conseguir fazer a prevenção”, afirma a gestora Regional de Saúde de Balsas, Cátia Coelho. 

O público do projeto contempla a população dos 13 municípios da Região de Saúde de Balsas, totalizando 132.149 habitantes, com a faixa etária maior ou igual a 18 anos, em 84 estratégias de saúde da família, com um total aproximado de 671 profissionais da Atenção Primária e Secundária que serão capacitados para implantação das diretrizes clínicas e realização da estratificação de risco para esses agravos, com a proposta também de Estruturação das Unidades Básicas e Unidade de Referência.

Executado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), o projeto conta com financiamento da Fundação Mundial de Diabetes e com a parceria da Sociedade Brasileira de Diabetes, da Secretaria de Estado Extraordinária de Políticas Públicas (Seepp) e da Escola de Saúde Pública do Maranhão.

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